sexta-feira, 8 de maio de 2015

10 Presentes caseiros para o Dia das Mães


Eu estava relutando em fazer o post com as ideias de presentes para mim mesma, mas não é que o a lista com as 10 ideias de presentes feitos pelas crianças para o Dia das Mães, bem como as 7 sugestões de cartões fizeram o maior sucesso, principalmente no página do facebook do Tempojunto? Por conta disso, resolvi aproveitar o post desta sexta para dar sugestões de Presentes Caseiros para o Dia das Mães. É tudo bem fácil, que dá perfeitamente tempo de fazer, mesmo estando em cima da hora.
Vamos lá?
1. Arte com Flores
Pelo menos para mim, qualquer coisa que as minhas filhas fazer, com carinho, é encantador. Sou daquelas que tem caixas de trabalhos de escola e ingressos de teatro guardadas. Portanto, para mim, quando vejo uma ideia de um desenho como esse, que eu vi no Hands On as We Grow (amo!), para mim é um presente! As flores feitas com os fundos de uma garrafa pet fica uma graça! Fica lindo e é fácil de fazer (tem o passo-a-passo no post original)
presente de ultima hora - quadro pintura
2. Elogios carinhosos
Essa ideia eu fiz para o Dia dos Pais do ano passado. Ficou tão legal que eu recomendo para a versão feminina para o Dia das Mães também. Consiste numa caixa, cheias de tiras de papel. Em cada tira a criança precisa escrever (ou ditar, se não escrever ainda), quais são as coisas que ela mais gosta na mamãe e no papai. Se der para o presente vir acompanhado por um cartão, melhor ainda. Na foto, o cartão feito com aprimeira arte da Gabi!
presentes de ultima hora - caixa elogios
3. Caixa de papel
Eu vivo tentando evitar dar ideias que as pessoas possam olhar e falar: “Nossa, mas isso é tão complicado! Não vou conseguir fazer!”. Eu seeeei que a ideia abaixo tem risco de entrar nesta lista, mas eu achei esta caixa de origami feita com o desenho das crianças tão linda, mas tão linda, que não pude resistir! Eu vou tentar fazer assim que der. No post original do CraftyJournal tem o passo-a-passo de como fazer.
presentes de ultima hora - origami
4. Quadros com amor
Para esta ideia aqui é só entrega uma tela, tinta e pincel e deixar fazer o que a criança fizer. Olha só alguns dos quadros que eu e meu marido ganhamos da Carol ao longo do tempo. Amamos todos!
presente de ultima hora- quadro
5. Mamãe número 1
Agora tem uma série de ideia lindaaaas do site krokotak. Amo todas! O primeiro presente que eu, pelo menos, adoraria receber é este broche de Mamãe #1. Super simples de fazer e eu colocaria fácil na minha estante! O passo-a-passo está neste post aqui.
presente ultima hora - selo mamae
6. Mamãe rainha
E que tal este cartão fofo, que faz qualquer mãe virar uma rainha? Outra ideia bacana que vi noKrokotac.com
presente de ultima hora - mamae rainha
7. Flor de novelo
O que eu acho sensacional desta sugestão de flor feita com fio de lã é que além do efeito final ser lindo, trata-se de uma super atividade de desenvolvimento de coordenação motora dos pequenos. No post originaldá para ver direitinho como fazer.
presente ultima hora - Flor de lã
8 – Caracol de Coração
Taí outra lembrança que iria facilmente morar na minha estante. Não tem como olhar para um mimo desse e não dar um sorrisinho :) Mais uma ideia que eu vi no Krokotak.com e que está explicada neste post aqui.
presente de ultima hora - caracol de coracao
9 – Porta-copos com carinho
Achei sensacional este porta copos feito com palito de picolé, cola branca e marcadores coloridos. Muito fácil de fazer e com um efeito lindo. Desta vez a ideia é deste post aqui do No Time For Flash Cards.
presente ultima hora - porta copo
10 – Peso de papel fofo
Para terminar a minha lista de presentes de última hora, tem este peso de papel, feito com pedra pintada, que eu vi no Happy Hooligans. Basta uma pedra, tinta e pincel para termos um presente que derrete o coração de qualquer mãe :)
peso de papel

Só 10 minutinhos: mais 10 atividades - TempoJunto

Só 10 minutinhos: mais 10 atividades - TempoJunto

quarta-feira, 6 de maio de 2015

Meu filho pode ser diferente

Meu filho pode ser diferente

isso não quer dizer que exista algum problema com ele
Cinthia Dalpino – Jornalista, escritora, mãe da Eva e da Aurora
diferente
 
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“Algumas mães adoram comparar seus filhos aos outros. E a maioria das escolas incentivam isso – como se houvesse um padrão a ser seguido. A criança fora da curva é sempre vista com maus olhos. Dentro destas expectativas não correspondidas, algumas acabam sendo vítimas de preconceito. E começa aquele interminável sofrimento familiar. Como se a criança precisasse ser igual à todas as outras. O distraído que tem déficit de atenção, o hiperativo, o avoado, o que não consegue parar quieto, o lento que aprende devagar. Cada característica é rotulada como se a criança tivesse uma deficiência qualquer pela qual os pais são responsáveis. E como muitas escolas querem crianças que estejam quietas, fiquem paradas e sejam obedientes (assim como muitos pais, infelizmente), sem perceber suas necessidades individuais, o processo se torna extremamente difícil para a criança, que é obrigada a se enquadrar em um padrão. Na contramão dessa produção em série de crianças robôs, surge uma escola que acredita que cada criança é um indivíduo único e acolhe cada uma delas com suas características naturais: a Pedagogia Waldorf. “
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Algumas mães adoram comparar seus filhos aos outros. E a maioria das escolas incentivam isso – como se houvesse um padrão a ser seguido. A criança fora da curva é sempre vista com maus olhos.
Dentro destas expectativas não correspondidas, algumas acabam sendo vítimas de preconceito. E começa aquele interminável sofrimento familiar. Como se a criança precisasse ser igual à todas as outras.
O distraído que tem déficit de atenção, o hiperativo, o avoado, o que não consegue parar quieto, o lento que aprende devagar. Cada característica é rotulada como se a criança tivesse uma deficiência qualquer pela qual os pais são responsáveis. E como muitas escolas querem crianças que estejam quietas, fiquem paradas e sejam obedientes (assim como muitos pais, infelizmente), sem perceber suas necessidades individuais, o processo se torna extremamente difícil para a criança, que é obrigada a se enquadrar em um padrão.
Na contramão dessa produção em série de crianças robôs, surge uma escola que acredita que cada criança é um indivíduo único e acolhe cada uma delas com suas características naturais.
A filosofia da pedagogia Waldorf, baseada em ensinamentos de Rudolf Steiner tem tantas peculiaridades, que fica difícil enumerá-las em um só artigo. Mas talvez a que mais chame a atenção seja a maneira como lida com o desenvolvimento infantil.
E um dos maiores consensos entre professores Waldorf é que não existe uma criança que seja igual à outra. Primeiro porque cada uma vem de uma família, e têm um histórico único e particular, mas mesmo que venham da mesma barriga, duas crianças certamente serão diferentes em absolutamente tudo.
Por isso, cada um merece um olhar atento e diferenciado.
Numa época onde algumas escolas chamam os pais porque filhos são desatentos, ou tem ‘energia demais’, preocupando-os ao invés de acolhê-los, a escola Waldorf participa do processo, observando cada criança e suas características individuais, entendendo seus temperamentos e equilibrando-os na sala de aula. Direcionando a energia do colérico, colaborando para que o melancólico saia de seu universo particular, e trazendo o sanguíneo para a realidade enquanto o fleumático se diverte com os amigos.
Perceber o temperamento de cada criança é o primeiro passo para saber como lidar com ela.
Os quatro temperamentos
Fleumático : Sabe aquela criança que demora pra andar e falar, cuja mãe se preocupava demais acreditando que havia algum atraso no desenvolvimento?
Pode tratar-se de uma criança fleumática.
O fleumático geralmente é aquele que engatinha depois, anda mais tarde e demora pra falar, deixando os pais ansiosos.
Em contrapartida, um fleumático geralmente come muito bem e acaba ganhando formas mais arredondadas.
Os pais de uma criança com este temperamento devem saber esperar. Assim como um bom professor. Ela provavelmente deve gostar de brincar sozinha, mas é o tipo de temperamento que mais precisa de companhia de outras crianças.
Aos poucos, quando sentir o impulso de sair de sua casca, vai ganhando musculatura mais firme e ganhando interesse pelas coisas.
Sanguíneo:  Aquela criança saltitante que parece flutuar, não fixa a atenção em nada por muito tempo, é um bocado distraída e parece nunca se cansar certamente tem o temperamento sanguíneo.
Com a alma sempre vibrante, a criança sanguínea é daquelas que alguns dizem que ‘não consegue se concentrar em nada’ e parece aérea na maior parte do tempo. Mas essa é apenas uma característica. Não um defeito.
Um sanguineo numa escola onde o obriguem a se concentrar é uma verdadeira tortura. Ele simplesmente não consegue fazer isso. Ficará estressado e possivelmente doente.
Ao contrário da criança fleumática, a sanguínea prefere alimentos mais leves que não dificultem seus movimentos ininterruptos.
Colérico:  E aquela criança que quer fazer valer sua vontade? Se nega a obedecer e vence pela firmeza?
O pequeno colérico gosta de fazer as coisas sem ajuda dos adultos. É cheio de vontade, firme, e não sabe o que fazer com tanta energia. Por isso muitas vezes esperneiam, chutam e deixam os pais de cabelo em pé.
Na escola Waldorf, os professores tendem a domar crianças com esse temperamento contando histórias que incitem a coragem e ousadia. Para que usem essa energia de maneira adequada. Além disso, são incentivados a usarem a força e movimentos.
Melancólico:  Aquela criança mais introvertida, que vive escondida, brinca sozinha como ninguém e parece sentir o peso do mundo não é deprimida ou precisa de cuidados especiais. Ela é simplesmente de temperamento melancólico.
Esta criança é mais sensível que as outras e guarda todos os sentimentos para si, relembrando-os sem parar. Quando um adulto conquista sua confiança, ela sai da concha e se abre. Assim como qualquer outro temperamento, não é preciso corrigi-lo, mas evitar que entre em desequilíbrio extremo. Segundo Steiner, um adulto que conservasse sua melancolia teria tendência depressiva, assim como a energia do colérico deve ser direcionada para que não saia disparando pra todos os lados.
O melancólico gosta de cuidar. Isso faz com que seu sofrimento interno diminua. O temperamento melancólico é o extremo oposto do sanguíneo. A criança gosta de se isolar e criar um universo dentro de si.

Crianças e o medico

7 dicas para ajudar as crianças a perderem o medo de ir ao médico
Exemplos simples de como tornar esse momento mais leve
Por Redação Pais & Filhos
23.04.2015
Seja adulto ou criança, a verdade é que ninguém gosta de ir ao médico. E durante a infância, uma simples ida ao pediatra ou ao dentista pode tornar-se um pesadelo. Mas existem algumas táticas que os pais podem colocar em prática para que os filhos percam o medo de ir ao médico. O psicoterapeuta adulto e infantil, Bruno Cesar Afonso, filho de Antônio e Kátia Rosana á algumas dicas:
Confiança sempre
A sensação dos adultos influencia diretamente no comportamento das crianças. Por isso é preciso que os pais estejam seguros e calmos na hora de levar a criança ao médico. do contrário, ela vai perceber e sentirá medo.
Antecipar o que vai acontecer
Explicar para a criança que ela vai ao médico é uma forma de prepará-la para a situação e evitar que aconteça um escândalo em pleno consultório. É importante prestar atenção no comportamento da criança enquanto estiver falando com ela. Se perceber que houve uma manifestação de medo, é hora de acalmá-la.
Contar como é ir ao médico
Os pais podem explicar aos filhos que quando eram crianças também precisaram ir ao pediatra e ao dentista, precisaram fazer exames e tomaram vacina e mesmo assim ficou tudo bem. Isso fará com que seu filho se sinta mais confiante.
Se colocar como modelo
Se a criança vai tomar uma anestesia ou tirar sangue por exemplo. Os pais podem pedir ao médico para encenarem neles como será a experiência. Mas calma, não é necessário fazer o procedimento. Só uma demonstração já é suficiente.
Levar um bichinho de pelúcia
Se o seu filho costuma ter medo de novas situações, uma forma de tornar a situação mais fácil é deixar que ele leve consigo um bichinho de pelúcia, boneco ou paninho. O importante é que seja um item que ele tenha identificação. Essa tática é muito útil para situações em que a criança fica sozinha, como na hora de tirar um raio-x.
Ir no consultório só para conhecer
Apresentar o profissional ao seu filho antes de vocês irem para consulta é uma forma de evitar que haja estranhamento futuramente. Assim, eles podem se conhecer e seu filho se sentirá mais confiante quando for ao consultório.Vale lembrar que profissionais que cuidam de crianças possuem treinamentos específico para lidar com pacientes novos.
Avaliar a razão do medo
Pode acontecer de a criança ficar com medo na hora de ir ao médico por causa de outra situação que está acontecendo na vida dela. A melhor forma de ter essa resposta é manter um dialogo constante com a criança e procurar um profissional se notar que os episódios de medo são constantes.
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Cuidados com a gravidez









8 florais que podem deixar sua gravidez mais tranquila
Tratamento natural que pode ser uma alívio para sentimentos como medo e insegurança
Por Redação Pais & Filhos
05.05.2015
A gravidez traz consigo uma enxurrada de sentimentos. Muito disso por conta dos hormônios que ficam mesmo diferentes nesta fase, mas, também, porque gerar uma criança traz questões complexas: dá medo, insegurança, incerteza… É normal. Mas isso acaba se manifestando de forma mais forte em algumas mulheres. E você não precisa passar por isso como se fosse uma punição. A busca pelo equilíbrio é sempre bem-vinda e só traz benefícios.
Os Florais de Bach
O médico inglês Edward Bach, na década de 30, descobriu um sistema universal de cura: os chamados Florais de Bach. A cura, neste caso, não era física, mas sim emocional, afinal, para ele a desordem dos sentimentos e emoções se refletia em malefícios no corpo – uma constatação, atualmente, muito fácil de entender.
Os Florais de Bach são 38 essências feitas a partir de plantas e florais, ‘gotinhas’ que ajudam as pessoas a administrar as pressões emocionais do dia-a-dia e as que surgem motivadas por alguma situação específica – perdas, traumas, etc. Com as emoções em ordem, é possível ter um corpo saudável, livre de qualquer mal.
Bach identificou 38 estados negativos da mente como medo, incerteza, solidão e desalento, entre outros. Para cada estado de ânimo ele encontrou uma planta e criou uma essência floral para tratá-lo.
A chave para receitar as essências é justamente reconhecer como a pessoa está se sentindo e verificar qual essência corresponde com o estado de espírito descrito. É o passo mais importante para equilibrar as emoções. São muitos os relatos de pacientes que, ao tomarem floral, conseguiram controlar seus sentimentos e passaram a aproveitar melhor a vida.
O sistema criado por Bach tem ainda outras vantagens: é totalmente natural, não é algo caro e não têm contra-indicação. Esta forma de tratamento tem sido utilizada, cada vez mais, por terapeutas e pessoas comuns que buscam o equilíbrio com a ajuda de métodos naturais.
A seguir, alguns florais que podem ser usados durante a gravidez:
Gentian: é a essência que ajuda a seguir em frente, mesmo diante dos obstáculos. Pode ser usado quando há um quadro de angústia e desânimo proveniente da fadiga ou de situações como a pressão alta, que às vezes acomete as mulheres grávidas.
Holly: é o floral que traz aceitação e dissipa o medo. Pode ser usado quando acontece uma gravidez inesperada.
Larch: proporciona autoconfiança e autoestima. É indicado quando a mulher duvida de sua capacidade de dar conta da tarefa de ser mãe.
Mimulustraz a certeza de que tudo vai correr bem; é ideal quando a gestante passa a ter medo ao pensar demais se o bebê vai nascer com saúde – uma situação comum quando a mulher engravida após os 40 anos.
Mustard: Recomendado em casos de melancolia pós-parto ou em quadros de tristeza. Esse floral dissipa o que parece negativo, ajudando a retomar alegria e a paz.
Olive: ajuda no resgate da energia vital. Perfeito para quando a mãe sente déficit de energia, por estar muito cansada, por exemplo.
Rescue Remedy: afasta o estresse; é o floral do resgate e do socorro emergencial.
Walnut: Este floral pode acompanhar a gestante em todas as fases da gestação, pois ajuda a trabalhar a adaptação (do corpo, dos aspectos psíquicos etc).
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Adaptaçao da criança na Escola

Comportamento

Adaptação da criança na escola


Giuliano Agmont Atualizado em 14.01.2013
Como lidar com a timidez do seu filho
Latinstock
É mais fácil para a mãe deixar um filho maior na escola do que um bebê no berçário. Mas, para a criança, a situação é inversa
Quanto mais velho, mais ele se ressente da separação. Isso significa trabalho dobrado na hora da adaptação. Mas, com paciência, ternura e as dicas a seguir, tudo termina bem.



1. Saber lidar com a insegurança da criança

Crianças sofrem mais do que bebês diante da separação da mãe. Por isso, a adaptação do pequeno na escola costuma ser mais trabalhosa. O melhor método é manter o novo aluno por períodos curtos com os professores. Assim, quando ele ameaça se desesperar, um conhecido aparece. Nos primeiros dias, vale a pena permanecer na escola e deixar o filho com um educador para “ir ao banheiro”. Com o tempo, dá para ir espaçando esses períodos. Em geral, a adaptação dura uma semana, mas pode se prolongar – não existe uma regra.

2. Manter a calma para transmitir tranquilidade

O estado emocional do adulto se reflete na criança. Por isso, os pais ou os responsáveis precisam ter certeza do que estão fazendo para transmitir essa segurança ao pequeno. Nesse sentido, a escolha da escola, e de seu projeto pedagógico, tem de ser suficientemente criteriosa para dar a você a confiança necessária para deixar seu filho lá sem aquele medo além do normal. Na prática, é preciso estar convicto de que se está fazendo o melhor pela criança. Caso contrário, o risco de seu filho chorar, espernear, chutar, cuspir, arremessar brinquedos é grande, o que o levará a repudiar a escola. Conversas com coordenadores pedagógicos e visitas prévias ao local durante as aulas para observar o comportamento dos educadores fazem toda a diferença.

3. Nunca mentir para o filho

Falar a verdade para a criança é fundamental em uma situação tão nova e amedrontadora como os primeiros dias na escola. Por isso, nunca diga que só vai até ali e já volta se não for realmente cumprir isso. A mentira intensifica a insegurança da criança e pode tornar a adaptação ainda mais traumática. O pequeno precisa acreditar que a mãe está por perto para desenvolver a segurança interna.

 4. Cativar para distrair

O processo de adaptação de uma criança na escola mais parece uma competição por atenção. De um lado, a mãe e, do outro, as atividades propostas pelos educadores. Por isso, uma maneira interessante de tornar essa disputa menos desleal é informar à escola algumas preferências do pequeno. Alguns gostam de animais, outros preferem brincar com água e há aqueles que se esquecem da vida quando estão desenhando.

5. Observar sinais de alerta

A entrada na escola representa um momento de provação para a criança. Lá ela terá de demonstrar suas habilidades desenvolvidas durante os primeiros anos de vida. Essa experiência pode ser prazerosa e permitir ao pequeno exercitar sua capacidade de conviver com pares e obedecer a ordens de adultos que não sejam seus pais. Mas esse novo ambiente pode gerar ansiedade e, se faltar habilidade social ou sobrar dificuldade emocional para se separar da mãe, o pequeno pode apresentar sintomas físicos associados ao medo e ao estresse, como dor na barriga, dor de cabeça, enjoo e vômitos, entre outros. Outros sinais são a retração e a agressividade excessivas. Nesse caso, vale a pena reavaliar a situação. Forçar a criança a ficar contra a sua vontade pode não ser a melhor estratégia.

6. Evitar muitas mudanças ao mesmo tempo

Alterações de rotina estressam as crianças. A disciplina significa segurança para elas. Por isso, é preciso escolher com cautela o período em que se vai adaptar um filho pequeno à escola. Fatos importantes, como retirada de fralda, abandono da chupeta, mudança ou reforma de casa, perda familiar, nascimento do irmão, contratação de nova babá, separação dos pais ou algo que impacte direta ou indiretamente a rotina dele, vão tornar qualquer adaptação muito mais complicada. Ou seja, garanta que a principal mudança na vida do seu filho durante o período de adaptação seja mesmo a escola.

7. Uma coisa é cuidar, e outra é brincar

Deixar um filho na escola gera culpa. A separação sempre é difícil. Mas é possível reverter a situação em algo positivo. Procure usar o tempo que você está longe dele como um estímulo para aproveitar o máximo possível os instantes em que estão juntos. Muita gente perde tempo cuidando dos pequenos quando na realidade o que eles querem é brincar. Faça isso, brinque com seu filho, transforme as tarefas da escola em momentos divertidos... Isso certamente tornará a adaptação bem mais tranquila.


Fontes

 Psicopedagoga Neide Barbosa Saisi, professora de Psicologia da Educação da Faculdade de Educação da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), pediatra Ricardo Halpern, presidente do departamento científico de Pediatria do Comportamento e Desenvolvimento da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), e pediatra Ana Cristina Martins Loch, do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP)

Brincadeira educativa

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Olá!
Hoje tem brincadeira? Tem, sim sinhô!
Hoje tem aprendizagem? Tem, sim sinhô!
E alfabetização o que é? É pura diversão!
É com esta paródia da música “O palhaço o que é?”, que inicio este post. Afinal, quero muito que as nossas crianças vejam a aprendizagem como algo divertido. Então, olhe o que preparei!!!
É necessário:
Escrever várias palavras em uma bola grande de plástico. Para evitar borrões escreva com caneta para retro projetor (clique na imagem se quiser visualizar melhor).
Procedimento:
Leia uma palavra e jogue a bola para a criança.
Ela deverá falar a palavra que você leu, ler outra palavra e jogar a bola para você.
Então você deverá falar as palavras lidas até o momento, ler outra e jogar novamente a bola para a criança.
Assim sucessivamente até que não consigam mais lembrar todas as palavras lidas. Então é a vez de uma nova rodada.
Você percebeu que além da alfabetização estará sendo trabalhado coordenação motora, atenção,percepção e memória?  Demais esta brincadeira, não é mesmo?
Eu amooo ideia simples assim. E você?